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Vindo de família empreendedora, cliente da loja de Aracaju coleciona histórias de sucesso no mercado de alimentação

 

Por: Redação Mercantil Rodrigues (Fotos: Senna Fotografia)

 

Natural de Itabaiana/SE, Diego da Cunha Oliveira vem de uma família que tem o empreendedorismo correndo nas veias há gerações. Seu avô, João Joaquim de Oliveira Filho, ganhou a vida como feirante, e seu pai, Antônio Goes Oliveira, também aprendeu os princípios dos negócios como feirante e passou a empreender no segmento de alimentação. Porém, antes de decolar nos negócios, Antônio não conseguiu gerenciar corretamente as finanças e, ainda como feirante, acabou falindo há quase 20 anos atrás.

Depois desse episódio, quando Diego tinha apenas 11 anos, a família decidiu se mudar para Aracaju. Seu pai comprou um pequeno abatedouro na capital sergipana e, com o passar do tempo e muito trabalho duro, começou a ter lucro. Adquiriu, então, uma mercearia e, em seguida, uma panificadora. “Em todo esse tempo eu sempre trabalhei com meu pai. Mas, quando tinha por volta de 19 anos, percebi que precisava ganhar um pouco mais e, como o meu pai não podia aumentar meu salário, saí da panificadora e fui trabalhar como vendedor em uma empresa. Paralelamente, comecei a fazer faculdade de Administração”, conta Diego. “No final da faculdade, com mais conhecimento técnico e mais experiência de mercado, meu pai decidiu me recontratar na panificadora, me pagando muito mais do que eu ganhava antes”, relembra.

Seu pai sempre estava à procura de novos bons negócios, por isso, no ano 2000, vendeu a panificadora para comprar um mercadinho. Diego foi o escolhido para gerenciar o novo empreendimento. Porém, mesmo com o mercadinho passando por crescimento, depois de dois anos à frente do negócio, Diego decidiu sair e encarar o desafio de empreender sozinho. “Meu pai sempre nos incentivava a empreender. Em 2012 comprei um mercadinho falido no bairro de Santa Maria e, ao lado da minha esposa, trabalhei muito para fazer o negócio dar certo. E deu. Dois anos depois, compramos também o mercadinho concorrente que ficava nas proximidades”, conta.

O empresário foi juntando dinheiro e adquiriu mais um mercadinho alguns anos depois. Empreendedor nato, continuou caçando boas oportunidades e, em 2017, junto com o irmão Marcelo Santos Oliveira, comprou o Restaurante São Judas – localizado no bairro Dezoito do Forte, em Aracaju. Conseguiram triplicar o faturamento do negócio, investindo em boas práticas de gestão e, principalmente, na qualidade do atendimento e do gerenciamento da equipe. “Os funcionários são a cara da empresa. Investir no bom tratamento a eles é investir na qualidade do atendimento ao público”, destaca o empresário.   

Restaurante São Judas

Desde que assumiram o restaurante, os irmãos Diego e Marcelo também têm investido no aspecto visual do restaurante, fazendo constantes reformas. Tendo como diferencial a churrasqueira a carvão, com carnes assadas todos os dias, o estabelecimento – localizado na Av. Maranhão, 1.336 – serve aproximadamente 280 refeições ao dia, somando quentinhas e almoço no buffet.

 

Parceria com o Mercantil

Cliente do Mercantil Rodrigues há quase 11 anos – quando ainda comprava itens para abastecer as prateleiras do primeiro mercadinho da família –, Diego comparece à loja de Aracaju semanalmente para comprar mantimentos para o dia a dia do restaurante e produtos para seus dois mercadinhos. “Tenho uma amizade e parceria muito grande com os vendedores, que sempre me avisam sobre as promoções. Compramos no Mercantil há muitos anos porque há uma variedade de produtos, bons preços e diferentes formas de pagamento. Isso ajuda muito a nós, comerciantes. Também me agrada a facilidade de acesso da loja. Outro ponto positivo é que o Mercantil pensou à frente de outras redes atacadistas. Lá, há atendimento especial para comerciantes, inclusive com caixas reservados apenas para nós. Isso faz com que nos sintamos privilegiados e nos motiva ainda mais a continuar comprando na loja”.


Planos para o futuro

Diego aprendeu muitas coisas com o pai, não só na teoria, mas principalmente na prática. Ele afirma que ver o pai cometer alguns erros foi essencial para que ele não tivesse os mesmos tropeços. Mas se há um ensinamento que o empresário absorveu muito bem foi o de caçar sempre novas oportunidades de negócios. Seu planejamento é ousado: pensa em expandir seu restaurante e, daqui a alguns anos, ter várias filiais espalhadas pela capital sergipana. Se depender da “genética empreendedora”, tudo indica que é só questão de tempo.

 

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